Você sabe quais são as lendas mortuárias da mitologia Grega? Essa cultura é rica em histórias que exploram o mistério da vida após a morte. Entre deuses e heróis, essas lendas revelam como os antigos gregos entendiam a morte e o que acreditavam acontecer à alma depois que o corpo físico perecia. Quer saber mais? A Central Crematórios explica. Confira a seguir!
Na mitologia grega, o submundo era governado por Hades, o deus dos mortos. O reino de Hades, também conhecido como o submundo, era um lugar onde as almas dos mortos iam após a morte. Ao cruzar o rio Estige, conduzidos pelo barqueiro Caronte, as almas eram julgadas pelos juízes do submundo: Minos, Éaco e Radamanto. O destino das almas variava conforme seus atos em vida. Aqueles que eram virtuosos podiam ser enviados aos Campos Elísios, um paraíso de eterna paz. Já os que cometeram crimes terríveis eram condenados ao Tártaro, um lugar de sofrimento eterno.
Outra lenda fascinante é a do Rio Lete, um dos cinco rios que fluíam no submundo. Ao beber das águas do Lete, as almas esqueciam completamente suas vidas passadas, o que permitia que reencarnassem sem lembranças do que haviam sido antes. Esse rio simboliza o ciclo contínuo de morte e renascimento, onde o esquecimento é necessário para que uma nova vida possa começar.
As Moiras, ou Parcas, eram as três irmãs responsáveis por controlar o destino de cada ser vivo, desde o nascimento até a morte. Cloto tecia o fio da vida, Láquesis distribuía os destinos, e Átropos cortava o fio, determinando a morte. A inevitabilidade da morte era uma parte central da visão de mundo grega, e as Moiras personificavam essa realidade.
Uma das lendas mortuárias da mitologia Grega mais conhecida é a história de Orfeu e Eurídice. Orfeu, um músico talentoso, desceu ao submundo para resgatar sua amada Eurídice, que havia morrido prematuramente. Com sua música, Orfeu conseguiu comover Hades e Perséfone, que concordaram em deixar Eurídice voltar ao mundo dos vivos. No entanto, havia uma condição: Orfeu não poderia olhar para ela até que estivessem ambos fora do submundo. No último momento, tomado pela ansiedade, Orfeu olhou para trás, e Eurídice foi perdida para sempre. Essa história sublinha a crença grega de que a morte é definitiva e que os mortos, uma vez no submundo, raramente podem retornar.
Tânatos, a personificação da morte, era frequentemente associado a Hipnos, o deus do sono. Ambos eram considerados filhos da Noite (Nix) e eram irmãos gêmeos. A relação próxima entre morte e sono na mitologia grega reflete a ideia de que a morte é um tipo de sono eterno. Tânatos, ao contrário de Hades, não era um deus temido, mas sim uma figura inevitável que chegava para todos.
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