A época de Finados pode trazer momentos difíceis. Tanto para aqueles que vivem com o luto há algum tempo, quanto para aqueles que a estão experimentando agora. Nesse sentido, a música atua como uma ponte para o sentimento, traduzindo em melodia e poesia aquilo que as palavras sozinhas não conseguem expressar.
Afinal, por que procurar músicas tristes nesse momento? Porque elas oferecem validação e acolhimento para a dor. Ao ouvir uma canção que reflete a sua tristeza, a pessoa enlutada sente-se compreendida e menos isolada em seu sofrimento.
O Brasil, principalmente, traduz esses sentimentos em músicas belíssimas. Por isso, confira a seleção que a Central Crematórios separou neste artigo!
O repertório nacional é riquíssimo em canções que abordam a perda e a saudade, misturando melancolia com um toque de esperança. Algumas opções marcantes são:
Embora a canção de Edson Trindade tenha sido eternizada na voz de Tim Maia, ela é um hino sobre a ausência. A letra reflete a mistura de sentimentos após a partida, a dor da saudade e o medo da solidão. O trecho “Nem sei porque você se foi, quantas saudades eu senti e de tristezas vou viver. E aquele adeus, não pude dar” é um dos mais tocantes para quem perdeu alguém sem a despedida final.
Esta é uma das músicas tristes mais conhecidas sobre a morte, mas com uma perspectiva única. A canção é narrada pela própria pessoa que se foi e reflete sobre arrependimentos, como ter “amado mais” ou “chorado mais” em vida. Ela se torna um convite à reflexão sobre a importância de valorizar o presente.
Uma das músicas tristes mais ouvidas por quem perdeu o pai, a letra fala sobre a relação, muitas vezes imperfeita, entre pai e filho. O desejo de um novo começo e a constatação da ausência no dia a dia tornam essa uma das músicas tristes mais utilizadas em homenagens.
Esta canção aborda a sensação de desamparo e a solidão deixada pela ausência de alguém precioso. Algo facilmente compreendido por alguém enlutado e precisando dessa “terapia”. Em contrapartida, a letra é marcada pela esperança de um reencontro futuro, transmitindo a crença de que o elo de amor jamais será quebrado.
Composta por Sérgio Bittencourt em homenagem ao seu pai, a canção narra a ausência de um ente querido através de objetos e lembranças do cotidiano. A falta de alguém na “mesa” onde antes contava histórias expressa a dor da ausência no dia a dia.
A Central Crematório trabalha com profissionalismo e respeito, oferecendo serviço completo de cremação em todos os crematórios do Rio de Janeiro, garantindo que todo o processo será feito com cuidado e segurança.
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